Voltar

Tangará da Serra é nota A no Tesouro Nacional pelo 6º ano consecutivo

Tangará da Serra recebeu Nota A do Tesouro Nacional pelo 6º ano consecutivo no índice CAPAG (Capacidade de Pagamento). São três indicadores avaliados: Endividamento, Poupança Corrente e Liquidez. O Município recebeu nota A em todos eles. De acordo com a Secretária de Fazenda, Angela Nascimento, o Capag avalia a situação fiscal de estados e municípios, […]

Publicado em 25/11/2022

Tangará da Serra recebeu Nota A do Tesouro Nacional pelo 6º ano consecutivo no índice CAPAG (Capacidade de Pagamento). São três indicadores avaliados: Endividamento, Poupança Corrente e Liquidez. O Município recebeu nota A em todos eles.

De acordo com a Secretária de Fazenda, Angela Nascimento, o Capag avalia a situação fiscal de estados e municípios, ou seja, se representam ou não riscos de crédito ao Tesouro Nacional ao contraírem novos empréstimos. “Tangará da Serra obteve nota máxima, o que é muito positivo, pois o Capag indicou que o Município possui boa situação fiscal e risco baixo de inadimplência”, afirma a Secretária.

A análise da capacidade de pagamento apura a situação fiscal dos Estados, e a metodologia do cálculo avalia o grau de solvência, a relação entre receitas e despesas correntes e a situação de caixa, fazendo um diagnóstico da saúde fiscal do Estado ou Município.

O Prefeito Vander Masson destaca que a gestão das contas públicas do Município é pautada na seriedade e responsabilidade fiscal. “Nossa equipe de servidores desenvolve um trabalho sério, com responsabilidade fiscal e comprometimento, com isso, alcançamos essa ótima nota, pelo sexto ano consecutivo, fazendo com que Tangará permaneça em posição de excelência. Isso é respeito com os impostos dos nossos cidadãos”, enfatiza o Prefeito.

Alguns pontos quem mantém Tangará da Serra como nota A no Tesouro Nacional são: a folha de pagamento mensal em dia, pagamento de fornecedores e capacidade de pagamento de dívida. Vale ressaltar que o Município possui uma disponibilidade financeira de R$ 251 milhões em caixa e uma liquidez de R$ 69 para cada R$ 1 de dívida.

Theodora Malacrida – Assessoria de Imprensa